Então é Natal…

Hoje, ao abrir meu e-mail, recebo um comentário de alguém (porque não sei o nome então vai sem identificação), porque tinha sumido. Bom, primeiro porque realmente esqueciiiiiii disso daqui!!! hahaha JURO!
Segundo, porque a minha vida anda TÃO corrida que nem tinha tempo.

Seis meses depois (ou mais), minha vida deu uma boa mudada. Em todos os sentidos. Para o meu amiguinho anônimo, estou sim trabalhando na área, agora ganhando um pouco melhor e sendo BEM mais valorizada.
No quesito emocional, dezembro é sempre super complicado pra mim. Começa o mês, meu coração aperta e sinto mais falta do meu pai do que nunca, mas chega lá pelo dia 15, as coisas melhoram.
No quesito amoroso, bom, isso é melhor deixar pra lá.

No mais, tudo bem. Estou na semana de recesso forense. Curtindo uma praia, aproveitando os amigos e a família…
Minha única tristeza de Curitiba é não ter praia, não poder caminhar na areia… Mas também, a gente não pode ter tudo não é?

Boa noite de Natal para todos!

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…?…

Pela primeira vez, escrevo sem título. Porque primeiro sempre coloco o título e depois escrevo, ao contrário do que todas as minhas professoras de redação recomendavam.
Nesse momento, escuto Stone Sour, naquele repet infinito de uma música só. E só assim pra me divertir… Pensando na vida, nas coisas, nas escolhas…
Hoje estou me sentindo a pior pessoa do mundo, aquela esquecida pelo mundo… Mas isso é culpa daquela época do mês que as mulheres ficam insuportavelmente sensíveis. Para algumas, mais do que o normal. Para mim, uma época menos ogra. Mas, ao meu ver, sentimental demais. Chorona demais. Tudo de ruim demais. Ainda bem tudo isso passa. E passa bem rápido!
Essa semana está sendo um divisor. Daqueles que você espera que a outra semana venha logo! Porque eu preciso ir pra Floripa ver o lado calmo da minha vida. E ver os meus pontos de apoio…
E ver o sofá novo da casa que eu não habito mais, e ver a TV de 32″ que finalmente tem na sala… haha… Coisas fúteis me fazem bem!
Mas preciso do meu porto seguro. De dormir abraçada com a Tete. De ter um serzinho muito fofo dentro de casa, que te ama incondicionalmente…
Esses dias estava lembrando do meu pai. De uma situação estranha, no dia do meu aniver, na verdade, foi é meio macabra, mas enfim… Me deixou triste de, além dele nunca lembrar (tá, ele vivia esquecendo, mas uma semana antes sentou comigo pra ver como estava a minha apresentação da monografia) quem eu era no final da vida dele… Tem cenas que a gente só lembra com o tempo né?
Carência, vá embora já!