Sonhe até seus sonhos se tornarem realidade

Eu sempre gostei de músicas com conteúdo. Aquelas que possuem mensagens para passar, com letras impactantes.

Para quem me conhece pessoalmente, sabe o quanto eu gosto de Rock. Não tenho um gênero específico que eu mais goste (apesar do grunge sempre falar mais alto), mas gosto de Sepultura, Aerosmith e Nirvana, por exemplo. Até um folk eu ando curtindo.

Mas uma música em específico sempre me tocou. Steven Tyler tem uma música que sempre amei. Que sempre foi a que mais me tocou. Aquela letra que é motivacional, pelo menos para mim.

Dream on é uma música de 1973. Da época que eu nem tinha nascido. Mas a letra dela… Ah, a letra é tudo.

Um parte fala “é preciso perder para saber vencer”. Volta por cima. Poderia ficar divagando nesse único trecho por horas e horas. Mas prefiro pensar no que isso significa para mim.

Mas o refrão, ah sim, esse me tocou desde sempre: “sonhe, sonhe até seu sonho se realize”.

Sonhar nunca fez mal. Sonhar é o desejo para as coisas na sua vida. Comprar um carro novo. Comprar seu primeiro imóvel. Viajar. Conhecer lugares e pessoas.

Esse último é sempre o sonho da minha vida. Sempre brinco que poderia ter nascido uma Kardashian, para poder conhecer o mundo todo. Mas, como nasci brasileira e filha de duas pessoas simples, precisei começar a trabalhar para que isso se concretiza-se.

E, finalmente o sonho da minha vida está se realizando. Sim, não tenho dinheiro nem pra ir na padaria tomar um suco, mas prioridades são assim. Eu sonhei tanto, mas tanto, que meus sonhos estão se tornando reais. Se realizando.

Então, sonhe, qualquer que seja seu sonho. E uma hora tudo irá se realizar. O universo será conspirará a seu favor!

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Chorona

Sou declaradamente uma pessoa chorona.

Choro com comercial, desenho animado, filme, cenas de tv…

Nada me toca mais do que histórias verídicas. Aquela pessoa que tem uma doença, aquele cara que foi vender suco no Centro da cidade pra comprar um botijão de gás, um discurso de um avô numa mesa de jantar para a família toda…

Todas essas descrições realmente aconteceram.

Mas o que mais odeio é ser chorona em coisas que eu deveria reagir.

Há alguns meses, três pessoas no meu local de trabalho resolveram me torrar o saco. Passavam o dia rindo de mim. Mas não era só comigo. Era eu e um colega.

Com o tempo, foi a senhorinha da limpeza.

Depois de um tempo, cheguei a conclusão que uma era realmente do mal. A personificação do mal. Sério, já conheci gente ruim, mas como aquela garota, tá pra nascer.

A outra, era só ruim. E uma idiota.

Já a terceira, é só uma imbecil maria-vai-com-as-outras sem opinião.

Tentaram me prejudicar tanto, mais tanto, que o resultado foi o melhor: tive uma promoção no trabalho. Juro.

E porque? Por nunca ter reagido. Por nunca ter dito nada pra elas. Por deixar elas “cagarem” em cima da minha cabeça.

Por um lado, eu nunca ter reagido foi bom. A promoção logo veio. Quer dizer, um ano depois. Mas veio.

Meu chefe sempre me fala que elas têm inveja de mim. Mas inveja do que? Meu cabelo caiu tanto nos últimos anos que tenho falhas na cabeça, estou a cima do peso e não me considero uma pessoa bonita… Hahaha

Minha reação para elas? Orar. Orar pra essas criaturas irem cuidar da própria vida e deixar a minha em paz.

E sim, isso ainda me incomoda. Foi um ano disso. Demora pra superar isso. Um dia após o outro.

Desabafo

Semana passada senti que as minhas energias foram sugadas. Chegava em casa super cansada. Queria deitar e dormir.

Essa semana estou irritada. Comigo mesma.

Mas resolvi focar toda essa irritação com estudo. Resolvi tomar vergonha na cara e voltar a estudar. Desde segunda estou focada.

Resultado: escápula esquerda queimando de dor.

Só consigo estudar escrevendo e como sou canhota, lasquei-me.

Mas agora é voltar ao foco.

Devaneios

Hoje é quarta. Dia de terapia. Diz que eu tiro uma hora pra pensar em mim e falar de mim. E ouvir.

Ouvir o que as outras pessoas vão dizer. Ouvir o que eu preciso mudar e o que eu não preciso mudar. O que eu preciso ou não fazer. Me analisar.

Desde que comecei, há quase dois anos, fico sempre me questionando: “porque não comecei terapia antes?”.

Sinto que sou uma pessoa muito melhor. Muito mais tranquila e muito mais leve.

E o que aprendi com esse tempo de terapia? Que eu sou uma boa pessoa, com alguns problemas. Que eu não sou uma pessoa má.

Ah! E aprendi a ligar aquele botão super legal: liguei o FODA-SE e fui ser feliz 😊

Porque os sentimentos simplesmente mudam?

Por ser segunda, nada mais natural do que sentir aquela preguiça.

Mas hoje me sinto diferente. Acordei com a sensação de chateada. Com o que? Boa pergunta.

Aquele sentimento de vontade de chorar. De vontade de ficar na cama.

Não sei direito o que pode ser. Aliás, sei sim. Mas não estou afim de falar de política.

Acho que a bipolaridade está aqui gritando.

Mas enfim, hoje é só segunda-feira…

Na terceira pessoa

Quando eu ainda tinha Facebook, uma amiga da minha mãe veio falar comigo. Ela disse que se divertia com o meu perfil porque eu sempre me referia (e ainda faço isso) a mim na terceira pessoa.

Juro que não sei como isso sai. Não faço por querer. Simplesmente falo de mim na terceira pessoa. Seria algum problema psicológica? Sei não…

Não me lembro mais das situações e do que era, porque além de fazer algum tempo, tem mais de 2 anos que eu não tenho Facebook.

Mas me lembrei disso agora.

Outro fator sobre mim, é sempre ser irônica e sarcástica.

Porque as pessoas, de modo geral, não entendem a ironia? Porque preciso ficar explicando que isso ou aquilo que eu falo é ironia?

Estava aqui analisando com os meus botões: será que falo assim para ninguém entender?

Faz sentido…

É

Essa vida de adulto cansa. Tô aqui deitada faz uma duas horas tentando ter coragem de levantar para ir tomar um banho e colocar meu pijama e simplesmente dormir.

Semana puxada. Com muitas coisas pra pensar…

Essa semana finalmente meu carro veio. Cheguei a conclusão que ninguém merece andar de ônibus 😂😂😂 isso que eu nem ligava de andar de ônibus, mas senhor, não dá mais.

Hoje, voltando pra casa, dirigindo… Me senti tão bem. Fiquei anos sonhando em dirigir. Sempre achei que isso era liberdade. E hoje vi que lá estava eu, no meu carro, voltando do trabalho, escutando Nirvana… Senti orgulho de mim.

Ah, lição da semana: parar de confiar nas pessoas.